Funciona, depois fica bonito.
A gente prefere lançar uma feature feia que resolve um problema do que polir três meses uma feature que ninguém vai usar. Bonito vem na segunda iteração.
O Gym começou numa academia de Vila Mariana em São Paulo, com um instrutor reclamando da planilha. A gente respondeu uma mensagem no Instagram e nunca mais parou de conversar com donos de academia.
A primeira versão era literalmente uma planilha turbinada. Daí o Rafael, dono da CrossFit SP, falou: “o problema não é a planilha, é que o aluno me liga toda hora.” A gente passou três meses só falando com aluno. O resultado: o app é a primeira coisa, o painel é a segunda.
A gente percebeu cedo que a maioria dos sistemas brasileiros entregava um “app do aluno” com a logo deles, não da academia. Pra quem tá começando a montar a marca, isso é pedir pra dar errado. Por isso o Gym é white-label desde a primeira versão — o aluno baixa o app da CrossFit SP, não do Gym. A gente fica invisível.
“O dono da academia não quer aparecer no nosso app. Quer que o aluno dele se sinta na casa dele. A gente é a casa-máquina.”
Hoje somos seis pessoas em São Paulo, todo mundo treinando em alguma das academias clientes (a gente revesa). A roadmap pública é discutida em um grupo de WhatsApp com os donos. As próximas três features sempre vêm de lá — não de uma reunião nossa.
Não temos rodada de investimento. Não temos pressa de virar unicórnio. Temos pressa de fazer o aluno do Carlos Souza encontrar a próxima aula sem ter que ligar pra recepção.
A gente prefere lançar uma feature feia que resolve um problema do que polir três meses uma feature que ninguém vai usar. Bonito vem na segunda iteração.
Sim, o dono paga. Mas se o app do aluno trava, o dono perde aluno. Otimizar a experiência do aluno é otimizar o LTV do dono. A ordem importa.
Cancelar é um clique. Os dados são exportáveis a qualquer momento. A gente não tem fidelidade, não esconde botão de cancelamento, não cobra fee surpresa em transação.
Seis pessoas, todas em São Paulo, todas treinando em academias clientes. A gente conhece de perto o que constrói.
Bate um papo de 20 minutos, sem compromisso. A gente entende a sua academia e te mostra se faz sentido — sem pitch, sem vendedor.